

Você passou a vida sendo descrito como inteligente, mas que "não atinge o potencial". Começa projetos com entusiasmo genuíno e os abandona antes de terminar. Funciona bem sob pressão extrema — mas só sob pressão extrema. Esquece compromissos, perde prazos, responde mensagens com dias de atraso e depois se pune por isso.
O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade não é um problema exclusivo de crianças agitadas. Em adultos — especialmente em adultos inteligentes — o TDAH costuma se apresentar de forma completamente diferente: não como hiperatividade visível, mas como uma luta constante e silenciosa para fazer o que precisa ser feito, quando precisa ser feito, mesmo quando você sabe exatamente o que está em jogo.
O Dr. Galiano Brazuna, psiquiatra em São José dos Campos com formação pela USP e cursos de extensão no exterior junto a Universidade de Harvard, realiza avaliação diagnóstica e tratamento de TDAH em adultos — com atendimento presencial no Instituto de Psiquiatria e Psicologia Positiva em SJC e por teleconsulta para pacientes do Vale do Paraíba e outras regiões do Brasil.
Durante anos, você atribuiu isso a traços de personalidade, falta de disciplina ou simplesmente ao jeito que você é.
Pode não ser nada disso.

Por que o TDAH em adultos passa tanto tempo sem diagnóstico
Há uma razão pela qual tantos adultos chegam ao consultório com 30, 40 ou até 50 anos carregando um diagnóstico que nunca receberam: o TDAH em adultos raramente se parece com o TDAH que aparece nos filmes.
A criança hiperativa que não para na cadeira é fácil de identificar. O adulto que parece calmo por fora mas tem uma tempestade de pensamentos acontecendo simultaneamente dentro da cabeça é muito mais difícil de reconhecer — inclusive para si mesmo.
Além disso, pessoas inteligentes desenvolvem ao longo da vida estratégias de compensação sofisticadas. Criam sistemas de alarmes, listas e rituais que funcionam bem o suficiente para disfarçar o problema — até que alguma mudança de vida derruba esses mecanismos todos de uma vez. Uma promoção que aumenta a complexidade das demandas. Um filho recém-nascido que destrói a rotina noturna onde você era mais produtivo. O trabalho remoto que eliminou a estrutura externa do escritório que você usava como andaime sem perceber.
Quando isso acontece, pela primeira vez na vida a pessoa não está conseguindo entregar — e não entende por quê,
continue
porque sempre entregou antes.
Segundo o DSM-5, o manual diagnóstico utilizado internacionalmente, o TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento que persiste na vida adulta em aproximadamente 60% dos casos diagnosticados na infância — e uma parcela significativa nunca foi diagnosticada na infância justamente porque os sintomas eram menos visíveis ou foram compensados pelo ambiente escolar e familiar. Estudos publicados no American Journal of Psychiatry estimam que cerca de 4,4% dos adultos preenchem critérios diagnósticos para TDAH, a maioria sem diagnóstico formal.
Diagnóstico tardio não é falha sua. É uma consequência de como o transtorno se apresenta em pessoas que desenvolveram recursos cognitivos para contorná-lo.
Sinais comuns de TDAH em adultos
Nem todo adulto com TDAH se reconhece na imagem da criança agitada que não para quieta. A apresentação em adultos é frequentemente mais sutil — e mais devastadora, porque fica anos sem nome.
Os sinais mais comuns incluem:
Procrastinação crônica, inclusive de tarefas que a própria pessoa quer realizar — não é falta de vontade, é dificuldade neurológica de iniciar.
Dificuldade em gerenciar tempo, prazos e compromissos de forma consistente, mesmo com agendas, alarmes e sistemas de organização.
Hiperfoco em atividades de interesse — capacidade de se concentrar por horas em algo que desperta engajamento — e travamento completo nas demais.
Sensação de ter dez abas abertas na cabeça simultaneamente, dificuldade em desacelerar o pensamento, mente que não para mesmo quando o corpo está parado.
Impulsividade em decisões financeiras, profissionais ou nos relacionamentos — agir antes de pensar, dizer o que não deveria, mudar de direção abruptamente.
Dificuldade em regular emoções — frustração que escala rápido, sensibilidade aumentada a críticas, oscilações de humor que parecem desproporcionais à situação.
Sensação constante de estar operando abaixo do potencial, de que existe uma versão melhor de si mesmo que nunca consegue se manifestar de forma consistente.
Histórico de projetos abandonados, empregos trocados com frequência, relacionamentos impactados pela desorganização ou pela impulsividade.
É importante destacar que nenhum desses sinais isoladamente confirma o diagnóstico. O TDAH é identificado por um padrão persistente de sintomas que aparece em múltiplos contextos da vida — trabalho, relacionamentos, finanças, rotina doméstica — e que causa impacto funcional real. A avaliação médica é o único caminho para diferenciar o TDAH de outras condições que compartilham sintomas semelhantes.
Como é feita a avaliação de TDAH em adultos
Nem todo adulto com TDAH se reconhece na imagem da criança agitada que não para quieta. A apresentação em adultos é frequentemente mais sutil — e mais devastadora, porque fica anos sem nome.
Os sinais mais comuns incluem:
Procrastinação crônica, inclusive de tarefas que a própria pessoa quer realizar — não é falta de vontade, é dificuldade neurológica de iniciar.
Dificuldade em gerenciar tempo, prazos e compromissos de forma consistente, mesmo com agendas, alarmes e sistemas de organização.
Hiperfoco em atividades de interesse — capacidade de se concentrar por horas em algo que desperta engajamento — e travamento completo nas demais.
Sensação de ter dez abas abertas na cabeça simultaneamente, dificuldade em desacelerar o pensamento, mente que não para mesmo quando o corpo está parado.
Impulsividade em decisões financeiras, profissionais ou nos relacionamentos — agir antes de pensar, dizer o que não deveria, mudar de direção abruptamente.
Dificuldade em regular emoções — frustração que escala rápido, sensibilidade aumentada a críticas, oscilações de humor que parecem desproporcionais à situação.
Sensação constante de estar operando abaixo do potencial, de que existe uma versão melhor de si mesmo que nunca consegue se manifestar de forma consistente.
Histórico de projetos abandonados, empregos trocados com frequência, relacionamentos impactados pela desorganização ou pela impulsividade.
É importante destacar que nenhum desses sinais isoladamente confirma o diagnóstico. O TDAH é identificado por um padrão persistente de sintomas que aparece em múltiplos contextos da vida — trabalho, relacionamentos, finanças, rotina doméstica — e que causa impacto funcional real. A avaliação médica é o único caminho para diferenciar o TDAH de outras condições que compartilham sintomas semelhantes.
A abordagem do Dr. Galiano no tratamento do TDAH em adultos
O tratamento do TDAH em adultos não começa com a prescrição de um remédio. Começa com a compreensão do que está acontecendo — e com a construção de um plano que respeita a história, os objetivos e as preferências de cada paciente.
A abordagem do Dr. Galiano une Psicofarmacologia Avançada — com especialização pelo NEI, Califórnia, e experiência no Hospital das Clínicas da USP — com os princípios da Psiquiatria Positiva, desenvolvidos a partir de sua atuação em Berkeley. Isso significa que o tratamento não se limita a reduzir sintomas. O objetivo é ajudar o paciente a entender como seu cérebro funciona e usar isso a seu favor.
Quando a medicação é indicada, o objetivo é usar a menor dose efetiva pelo tempo necessário. Os medicamentos modernos para TDAH, quando bem prescritos e acompanhados, não geram dependência. A decisão sobre medicar é sempre compartilhada — nunca imposta. O papel do Dr. Galiano é apresentar as opções com clareza, explicar o que a evidência científica diz sobre cada uma delas e respeitar a autonomia de quem vai decidir.
Neurodivergência não é déficit. É uma forma diferente de funcionamento cerebral — e quando compreendida e tratada corretamente, o que antes parecia um obstáculo pode se tornar uma vantagem real.

Ajuste medicamentoso:
Quando a medicação é indicada, o objetivo é usar a menor dose efetiva pelo tempo necessário.
Os medicamentos modernos
para TDAH, quando bem prescritos e acompanhados, não geram
dependência.
A decisão sobre medicar é sempre compartilhada com o paciente e, no caso de crianças, com a família.

Foco em Fortalezas
Baseado na minha atuação em Berkeley (Ciência da Felicidade), trabalhamos para que o paciente utilize sua criatividade e energia a seu favor.
Neurodivergência não é déficit — é uma forma diferente de
funcionamento cerebral.

Suporte à família e à escola:
No caso de crianças e adolescentes, o tratamento vai além do consultório. O Dr. Galiano orienta pais e educadores
sobre adaptações no ambiente escolar, direitos do aluno com TDAH e como criar condições para que o desenvolvimento
aconteça de forma consistente.
Seja atendido de qualquer lugar — sem precisar vir até São José dos Campos
A teleconsulta psiquiátrica é regulamentada pelo CFM e tem
a mesma validade clínica e legal da consulta presencial.
Para pacientes de Jacareí, Taubaté, Caçapava,
Pindamonhangaba e demais cidades da região, a teleconsulta
elimina o deslocamento sem abrir mão da qualidade
do atendimento.
O que funciona por teleconsulta:
— Primeira consulta e avaliação diagnóstica
— Consultas de acompanhamento e ajuste de tratamento
— Emissão de receita digital com validade nacional, ou envio pelos correios
— Orientação a pais de crianças e adolescentes
Para agendar, basta entrar em contato pelo WhatsApp . Você recebe o link da consulta
por Whatsapp ou email com antecedência.
O que muda quando o TDAH adulto é tratado corretamente
Pacientes que iniciam acompanhamento adequado relatam, nas semanas e meses seguintes, transformações concretas que vão além do controle de sintomas.
A procrastinação que paralisava começa a ceder — não porque a pessoa ficou mais disciplinada, mas porque o cérebro passou a ter acesso às ferramentas executivas que sempre estiveram lá, bloqueadas.
A autocrítica
continuar
crônica diminui. Quando você entende que não terminar as coisas não é preguiça, que não conseguir começar não é falta de vontade, que a desorganização não é defeito de caráter — a relação com você mesmo muda. E essa mudança tem impacto direto na autoestima, nos relacionamentos e na forma como você se apresenta no trabalho.
O desempenho profissional melhora de forma consistente. Não em todos os dias — o TDAH não desaparece com o tratamento — mas o padrão muda. A capacidade de entregar o que antes ficava só na intenção começa a se manifestar com regularidade.
Os relacionamentos ganham outro tom. Muitos adultos com TDAH não diagnosticado carregam anos de conflitos causados pela impulsividade, pelo esquecimento, pela dificuldade de regular emoções. Quando o quadro é identificado e tratado, essas dinâmicas podem ser revisitadas com um olhar diferente — pela pessoa com TDAH e pelas pessoas ao redor dela.
E o ganho que muitos pacientes descrevem como o maior de todos: a sensação de finalmente entender por que certas coisas sempre foram tão difíceis. Não porque eram fracos. Não porque não se esforçavam o suficiente. Mas porque o cérebro deles precisava de um suporte específico que ninguém havia oferecido antes.

O que muda quando o TDAH é tratado corretamente
Compreender que o TDAH não é uma falha de caráter ou falta de esforço, mas um funcionamento cerebral específico, é o primeiro passo para uma transformação profunda. Ao iniciar um acompanhamento fundamentado em evidências científicas e na Psiquiatria Positiva, o objetivo vai além do simples controle de sintomas.
Buscamos desbloquear o potencial que muitas vezes está escondido sob camadas de frustração e autocobrança, oferecendo ao cérebro o suporte necessário para que sua inteligência, criatividade e energia possam finalmente se manifestar de forma consistente e produtiva. Ao tratar o TDAH, você não está apenas silenciando o caos, mas construindo as bases para uma vida de maior realização:
-
Autonomia: Retomada do controle sobre a própria rotina.
-
Autoestima: Fim do ciclo de "se sentir incapaz" ou "preguiçoso".
-
Harmonia Familiar: Redução de conflitos e maior compreensão mútua.
-
Performance: Melhora consistente no trabalho ou nos estudos.
Receber o diagnóstico certo não é o fim do processo —
é o começo de uma mudança real. Pacientes que iniciam
acompanhamento adequado relatam, nas semanas e meses
seguintes, transformações concretas que vão além
do controle de sintomas.
Para adultos: retomada do controle sobre a própria rotina,
redução da autocrítica crônica, melhora no desempenho
profissional e nos relacionamentos, e — o que muitos
descrevem como o maior ganho — a sensação de finalmente
entender por que certas coisas sempre foram tão difíceis.
Para crianças e adolescentes: melhora no rendimento escolar,
redução dos conflitos em casa e na escola, aumento da
autoestima e a compreensão — fundamental para a adesão
ao tratamento — de que o cérebro funciona de um jeito
diferente, não de um jeito pior.
Para as famílias: menos culpa, mais estratégia. Quando
os pais entendem o que está acontecendo neurologicamente,
a dinâmica familiar muda. As brigas sobre lição de casa
e organização ganham outro significado — e outro encaminhamento.