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Quando o estresse deixa de ser normal e vira doença?
O estresse torna-se patológico quando os sintomas persistem mesmo após o fim do fator estressor, ou quando ele começa a causar prejuízos físicos (dores, insônia) e sociais (isolamento, brigas frequentes).
O estresse sempre precisa de remédios para ser tratado?
Nem sempre. O tratamento para estresse foca na regulação do sistema nervoso e pode incluir mudanças comportamentais e estratégias de resiliência. Em alguns casos, remédios pontuais ajudam a equilibrar o organismo.
Psiquiatra é o médico certo para tratar estresse?
Sim. O psiquiatra é o especialista capaz de entender as alterações neuroquímicas que o estresse causa no cérebro e no corpo, oferecendo uma abordagem médica integrada que o clínico geral muitas vezes não aprofunda.
Burnout é o mesmo que estresse excessivo?
Não. O estresse é uma reação momentânea a um desafio. O Burnout é o esgotamento total das reservas de energia do indivíduo. Enquanto o estresse pode ser motivador, o Burnout é paralisante e requer intervenção médica para a recuperação do sistema nervoso.
O tratamento sempre exige afastamento do trabalho?
Cada caso é único. Em situações graves, o afastamento é essencial para a recuperação biológica. Em casos iniciais, o tratamento pode focar em ajustes na rotina e suporte medicamentoso para evitar que a síndrome evolua para o colapso total.
É possível se recuperar totalmente do Burnout?
Sim. Com o acompanhamento correto, o cérebro consegue recuperar sua funcionalidade. O tratamento foca em tratar os sintomas atuais e em desenvolver novas estratégias comportamentais para que o paciente não retorne ao ciclo de esgotamento no futuro.
A depressão tem cura ou apenas controle?
A medicina fala em "remissão total dos sintomas". Com o tratamento correto, o paciente pode voltar a ter uma vida plena, produtiva e feliz. O foco é estabilizar a biologia cerebral para que as recaídas sejam evitadas através de uma manutenção preventiva e consciente.
Em quanto tempo o tratamento começa a fazer efeito?
O tempo para sentir os efeitos do tratamento varia, mas geralmente as medicações modernas começam a mostrar resultados em 2 a 4 semanas. Com o acompanhamento do Dr. Galiano, ajustes são feitos para garantir os melhores resultados.
É possível tratar a depressão sem remédios?
Em casos muito leves, mudanças de estilo de vida e psicoterapia podem ser suficientes. No entanto, em casos moderados a graves, a medicação é essencial para "corrigir a biologia" e permitir que o paciente tenha força para seguir com as outras frentes do tratamento.
Vou precisar tomar remédios para ansiedade a vida toda?
Não necessariamente. A medicação é uma ponte para estabilizar os sintomas enquanto trabalhamos a resiliência cerebral. O objetivo do Dr. Galiano é sempre buscar o tratamento mais eficaz no menor tempo possível, visando a autonomia total do paciente.
Como saber se é apenas estresse ou um transtorno de ansiedade?
O estresse é uma reação temporária a fatores externos, enquanto a ansiedade patológica persiste mesmo sem um gatilho claro, causando sofrimento físico e mental que interfere na sua rotina e bem-estar.
O tratamento ajuda a evitar novos ataques de pânico?
Com certeza. O tratamento atua na regulação do sistema nervoso, elevando o "limiar" de ativação do medo. Com o acompanhamento correto e o ajuste medicamentoso preciso, as crises tornam-se menos frequentes até desaparecerem por completo.
Com qual idade devo levar meu filho ao psiquiatra?
o Dr. Galiano atende crianças a partir de 5 anos de idade. Se o comportamento da criança gera sofrimento constante, impede o desenvolvimento normal ou causa prejuízos na escola e no convívio social, uma avaliação profissional especializada é o caminho mais indicado. Para idades anteriores, por vezes pode ser recomendado uma avaliação com neurologista infantil.
A consulta é feita apenas com a criança presente?
No atendimento do Dr. Galiano Brazuna, um psiquiatra super dedicado ao cuidado da saúde mental infantil e adulta em São José dos Campos, a consulta não é feita apenas com a criança presente. O acompanhamento é personalizado e envolve tanto a criança quanto a família, porque ele entende que o suporte familiar é essencial para o sucesso do tratamento. Durante as sessões, podem ocorrer momentos de interação direta com a criança para avaliação e acompanhamento clínico, mas também é comum incluir os responsáveis para esclarecer dúvidas, alinhar expectativas e garantir um ambiente terapêutico acolhedor e integrado. Esse método contribui para um cuidado mais eficaz e humanizado, refletindo o compromisso do Dr. Galiano em promover o bem-estar mental dos seus pacientes.
Psiquiatra infantil receita remédio para toda criança?
No consultório do Dr. Galiano Brazuna – Psiquiatra em SJC, o uso de medicamentos para crianças é cuidadosamente avaliado e prescrito somente quando necessário, após uma avaliação detalhada do histórico clínico, sintomas e necessidades específicas de cada paciente. Nem toda criança com sintomas emocionais ou comportamentais precisa de medicação; o tratamento pode incluir também intervenções psicoterapêuticas, orientações familiares e acompanhamento multidisciplinar. O Dr. Galiano Brazuna prioriza um atendimento individualizado, buscando sempre o equilíbrio entre o suporte terapêutico e o uso responsável de remédios, garantindo o cuidado seguro e eficaz para a saúde mental infantil.
TDAH pode ser diagnosticado pela primeira vez na vida adulta?
Sim. Muitos adultos sofrem a vida inteira sem saber que têm TDAH, atribuindo suas dificuldades a falhas de caráter.
O diagnóstico na vida adulta é libertador e permite uma mudança drástica na qualidade de vida.
Muitos adultos passaram a infância inteira sendo chamados de desatentos, preguiçosos ou "abaixo do potencial" sem que ninguém identificasse o TDAH. A condição estava lá, mas os mecanismos de compensação — esforço redobrado, rotinas rígidas, ambientes controlados — mascaravam os sintomas o suficiente para passar despercebido.
Na vida adulta, quando as demandas aumentam — uma promoção, um filho, uma mudança de emprego — esses mecanismos de compensação deixam de ser suficientes e os sintomas aparecem com força. O diagnóstico tardio é libertador:
ele transforma anos de autocrítica em compreensão,
e abre caminho para um tratamento que deveria ter
começado muito antes.
O tratamento sempre envolve medicação?
Nem sempre, mas a medicação é uma ferramenta poderosa quando indicada. Oferecemos tratamentos que podem incluir medicamentos se necessário e em uso ponderado pelo menor tempo possível.
A prescrição de medicamentos leva sempre em conta o cuidado para que não tragam dependência ou sonolência, e sim melhora na capacidade de foco e atenção, na redução do comportamento impulsivo e hiperativo quando esses existem. O objetivo do Dr. Galiano é sempre o equilíbrio, combinando mudanças de hábito, suporte terapêutico e, se necessário, farmacologia de ponta.
Todas as decisões são sempre construída junto com o paciente e a família, com informação honesta sobre riscos, benefícios
e alternativas.
Após uma avaliação detalhada, se decide sobrea melhor conduta que pode envolver prescrição de suplementos, intervenções complementares e treinamento de habilidades.Há casos em que a medicação é o recurso mais eficaz e mais rápido para reduzir o sofrimento.
E há casos em que a combinação das duas abordagens
é o caminho mais adequado.
Meu filho vai ficar dependente do remédio para TDAH?
Essa é a dúvida mais comum — e faz todo sentido ter ela.
A resposta curta é: não, quando o medicamento é bem
indicado e acompanhado.
Os medicamentos usados no tratamento do TDAH — como
o metilfenidato e a lisdexanfetamina — são controlados
e exigem prescrição médica justamente porque têm potência
farmacológica. Mas potência não é o mesmo que dependência.
Quando usados na dose certa, para a pessoa certa, com
acompanhamento regular, esses medicamentos não criam
dependência química.
O que pode acontecer é o paciente perceber que funciona
melhor com o medicamento do que sem — e isso não é
dependência, é tratamento funcionando. Da mesma forma
que um paciente com hipertensão precisa do anti-hipertensivo
para manter a pressão estável, o paciente com TDAH pode
precisar do medicamento para manter o funcionamento
executivo estável.
A duração do tratamento é avaliada periodicamente.
Há pacientes que usam medicação por alguns anos e
depois suspendem com sucesso. Há outros que mantêm
o uso a longo prazo porque os benefícios superam
amplamente os riscos. Essa decisão é feita caso a caso,
com revisões regulares. O benefício e qualidade de vida é o grande norte para o tratamento e a manutenção dele.
Psiquiatra ou neurologista para TDAH?
Ambos estão habilitados a diagnosticar e tratar o TDAH. Na prática, o psiquiatra é o especialista mais indicado quando há sintomas emocionais associados — ansiedade, depressão, oscilação de humor, baixa autoestima — o que acontece na maioria dos casos, especialmente em adultos com diagnóstico tardio e em adolescentes. O Dr. Galiano atende adultos, adolescentes e crianças a partir de 5 anos, com foco específico em TDAH e nas condições frequentemente associadas a ele.
Como funciona o agendamento?
O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp — (12) 98274-6076. Você informa se prefere atendimento presencial em São José dos Campos ou por teleconsulta, e a equipe confirma a data e o horário disponíveis. Para a teleconsulta, você recebe o link da consulta com antecedência. A receita, quando indicada, é emitida digitalmente, ou enviada pelos correios e possuem validade em farmácias de todo o Brasil.
É possível ter TDAH sem ter sido diagnosticado na infância?
Sim. O diagnóstico tardio é muito mais comum do que se imagina, especialmente em adultos que cresceram antes de o TDAH em adultos ser amplamente reconhecido pela medicina, em mulheres cujos sintomas se manifestavam de forma internalizada e menos visível, e em pessoas muito inteligentes que desenvolveram estratégias de compensação eficientes o suficiente para mascarar as dificuldades durante anos. A ausência de um diagnóstico na infância não invalida o diagnóstico na vida adulta — e não torna o quadro menos real nem menos tratável.
O tratamento sempre envolve medicação?
Nem sempre, mas a medicação é uma ferramenta poderosa quando indicada. Oferecemos tratamentos que podem incluir medicamentos se necessário e em uso ponderado pelo menor tempo possível.
A prescrição de medicamentos leva sempre em conta o cuidado para que não tragam dependência ou sonolência, e sim melhora na capacidade de foco e atenção, na redução do comportamento impulsivo e hiperativo quando esses existem. O objetivo do Dr. Galiano é sempre o equilíbrio, combinando mudanças de hábito, suporte terapêutico e, se necessário, farmacologia de ponta.
Todas as decisões são sempre construída junto com o paciente e a família, com informação honesta sobre riscos, benefícios
e alternativas.
Após uma avaliação detalhada, se decide sobrea melhor conduta que pode envolver prescrição de suplementos, intervenções complementares e treinamento de habilidades.Há casos em que a medicação é o recurso mais eficaz e mais rápido para reduzir o sofrimento.
E há casos em que a combinação das duas abordagens
é o caminho mais adequado.
Meu filho vai ficar dependente do remédio para TDAH?
Essa é a dúvida mais comum — e faz todo sentido ter ela.
A resposta curta é: não, quando o medicamento é bem
indicado e acompanhado.
Os medicamentos usados no tratamento do TDAH — como
o metilfenidato e a lisdexanfetamina — são controlados
e exigem prescrição médica justamente porque têm potência
farmacológica. Mas potência não é o mesmo que dependência.
Quando usados na dose certa, para a pessoa certa, com
acompanhamento regular, esses medicamentos não criam
dependência química.
O que pode acontecer é o paciente perceber que funciona
melhor com o medicamento do que sem — e isso não é
dependência, é tratamento funcionando. Da mesma forma
que um paciente com hipertensão precisa do anti-hipertensivo
para manter a pressão estável, o paciente com TDAH pode
precisar do medicamento para manter o funcionamento
executivo estável.
A duração do tratamento é avaliada periodicamente.
Há pacientes que usam medicação por alguns anos e
depois suspendem com sucesso. Há outros que mantêm
o uso a longo prazo porque os benefícios superam
amplamente os riscos. Essa decisão é feita caso a caso,
com revisões regulares. O benefício e qualidade de vida é o grande norte para o tratamento e a manutenção dele.
Psiquiatra ou neurologista para TDAH?
Ambos estão habilitados a diagnosticar e tratar o TDAH. Na prática, o psiquiatra é o especialista mais indicado quando há sintomas emocionais associados — ansiedade, depressão, oscilação de humor, baixa autoestima — o que acontece na maioria dos casos, especialmente em adultos com diagnóstico tardio e em adolescentes. O Dr. Galiano atende adultos, adolescentes e crianças a partir de 5 anos, com foco específico em TDAH e nas condições frequentemente associadas a ele.
Como funciona o agendamento?
O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp — (12) 98274-6076. Você informa se prefere atendimento presencial em São José dos Campos ou por teleconsulta, e a equipe confirma a data e o horário disponíveis. Para a teleconsulta, você recebe o link da consulta com antecedência. A receita, quando indicada, é emitida digitalmente, ou enviada pelos correios e possuem validade em farmácias de todo o Brasil.
TDAH pode ser confundido com ansiedade ou depressão?
Com frequência. Ansiedade, depressão e TDAH compartilham vários sintomas — dificuldade de concentração, procrastinação, sensação de sobrecarga, baixa energia. O que diferencia é o padrão, a história e o contexto em que esses sintomas aparecem. Além disso, as três condições podem coexistir — e frequentemente coexistem. Muitos adultos com TDAH desenvolvem ansiedade ou depressão como consequência de anos tentando funcionar sem o suporte adequado. O diagnóstico diferencial criterioso — que identifica o que está na raiz e o que é consequência — é o que permite um tratamento que realmente resolve, em vez de tratar apenas a camada superficial do problema.
O tratamento sempre envolve medicação?
Não necessariamente. O tratamento do TDAH em adultos é individualizado e depende da intensidade dos sintomas, do impacto funcional na vida da pessoa e das suas preferências. Em alguns casos, psicoeducação, terapia cognitivo-comportamental e ajustes estruturais no ambiente de trabalho e na rotina são suficientes. Em outros, a medicação é o recurso que efetivamente permite que as demais intervenções funcionem — porque sem ela o cérebro não consegue acessar as ferramentas que a terapia oferece. A decisão sobre medicar é sempre compartilhada, nunca imposta, e pode ser revisada ao longo do acompanhamento conforme a resposta do paciente.
Os medicamentos para TDAH causam dependência?
Essa é uma preocupação legítima e merece uma resposta honesta. Os medicamentos usados no tratamento do TDAH — metilfenidato e lisdexanfetamina — são substâncias controladas que exigem receita especial. Isso gera dúvida compreensível. O que a evidência científica mostra é que quando prescritos corretamente, na dose adequada e com acompanhamento médico regular, esses medicamentos não geram dependência química. O potencial de uso problemático existe em contextos de automedicação ou uso recreativo — não no uso terapêutico supervisionado. A suspensão, quando indicada, é feita de forma gradual e supervisionada.
Quanto tempo dura o tratamento?
Não existe uma resposta única para essa pergunta — e qualquer médico que ofereça um prazo fixo antes de conhecer o paciente não está sendo honesto. O TDAH é uma condição crônica, o que significa que os sintomas tendem a persistir ao longo da vida, embora mudem de intensidade e de forma com a idade e com o tratamento. Alguns pacientes fazem acompanhamento por períodos determinados e conseguem manter os ganhos de forma autônoma. Outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo. Essa conversa acontece de forma aberta e contínua ao longo do tratamento — não é uma decisão tomada na primeira consulta.
A consulta por teleconsulta tem a mesma validade da consulta presencial?
Sim. A teleconsulta psiquiátrica é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina e tem a mesma validade clínica e legal da consulta presencial. A avaliação diagnóstica, o acompanhamento e a emissão de receita digital podem ser realizados integralmente por teleconsulta. A receita digital tem validade em farmácias de todo o Brasil.
O Dr. Galiano atende crianças e adolescentes?
Sim. O Dr. Galiano possui especialização e vasta experiência no atendimento de psiquiatria infantil, focando no desenvolvimento saudável e no suporte próximo aos pais.
Como funciona a consulta online para quem mora fora do Brasil?
O atendimento é realizado via plataformas de telemedicina seguras. O Dr. Galiano atende brasileiros em diversos países, adaptando horários e utilizando sua experiência internacional para oferecer um cuidado culturalmente próximo.
É realizado o diagnóstico de TDAH em adultos?
Com certeza. O diagnóstico de TDAH em adultos é uma das principais áreas de atuação, focando em melhorar a organização, o foco e a qualidade de vida profissional e pessoal.
Vocês atendem convênios médicos?
O atendimento é focado na modalidade particular para garantir o tempo e a dedicação necessários para cada caso. No entanto, fornecemos nota fiscal e documentação para que você possa solicitar o reembolso junto ao seu plano de saúde.
Qual a duração da primeira consulta?
A primeira consulta é detalhada e acolhedora, com tempo suficiente para ouvirmos sua história, analisarmos exames e traçarmos um plano terapêutico personalizado.
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