

Isso soa familiar para
você ou seu filho?
Você já se perguntou por que começa tudo e não termina?
Por que sua cabeça nunca para, mesmo quando você quer descansar?
Por que seu filho é claramente inteligente, mas continua
sem conseguir acompanhar a turma?
Essas não são falhas de caráter. Não é preguiça. Não é falta de
força de vontade. Existe uma explicação neurobiológica para o que
você ou seu filho estão vivendo — e existe tratamento.
O TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) é uma
condição do neurodesenvolvimento que afeta as funções executivas
do cérebro: planejamento, foco, controle de impulsos e regulação
emocional. Pode se manifestar na infância, na adolescência ou ser
identificado pela primeira vez na vida adulta.
O Dr. Galiano Brazuna, psiquiatra com formação no Hospital das
Clínicas da USP e especialização em Psicofarmacologia pelo NEI
(Califórnia), realiza avaliação diagnóstica completa para TDAH em
adultos, adolescentes e crianças — com a profundidade que um
diagnóstico dessa complexidade exige.

Em Crianças e Adolescentes
"A professora chamou atenção na frente de todo mundo de novo."
"Meu filho é inteligente mas não rende na escola."
""Já tirei o celular, já coloquei de castigo. Nada funciona."
Esses relatos são o dia a dia de famílias que convivem com o TDAH sem ainda ter um nome para o que acontece. Os sinais mais comuns em crianças e adolescentes incluem:
— Dificuldade em seguir instruções ou concluir tarefas escolares
— Agitação motora excessiva ou, no caso da desatenção pura, quietude que esconde um pensamento acelerado
— Impulsividade em situações sociais — interromper, não esperar a vez, reagir antes de pensar
— Baixo rendimento escolar desproporcional à inteligência
O TDAH em adolescentes tem características específicas que o diferenciam da "falta de limites" ou da "preguiça" —
identificar essa diferença é o primeiro passo para parar de culpar o filho e começar a ajudá-lo de verdade.
→ Saiba como é a avaliação de TDAH em crianças
→ Saiba como é a avaliação de TDAH em adolescentes

Em Adultos
"Começo tudo e não termino nada."
""Tenho dez abas abertas na cabeça o tempo todo."
""As pessoas acham que sou irresponsável, mas eu não
estou fazendo de propósito."
Muitos adultos chegam ao consultório depois de anos sendo chamados de desorganizados, preguiçosos ou abaixo do potencial — sem saber que existe uma explicação neurológica para o que vivem. O TDAH em adultos é frequentemente diagnosticado tarde, especialmente em mulheres e em pessoas muito iinteligentes que desenvolveram mecanismos de compensação ao longo da vida.
Os sinais mais comuns em adultos incluem:
— Procrastinação crônica, inclusive de tarefas que
a própria pessoa quer realizar
— Dificuldade em gerenciar tempo, prazos e compromissos
— Hiperfoco em atividades de interesse e dificudlade de execução nas demais
— Impulsividade em decisões financeiras, profissionais
ou nos relacionamentos
— Sensação constante de estar operando abaixo do potencial
Sim: é possível receber o diagnóstico de TDAH aos 30, 35 ou 40 anos. Esse diagnóstico não é menos válido. Na maioria das vezes, permite que a pessoa se alinhe com os seus potenciais.
→ Saiba como é a avaliação de TDAH em adultos
Como é feita a avaliação de TDAH
O diagnóstico de TDAH é clínico — não existe um exame de sangue
ou de imagem que confirme o transtorno. O que define a precisão
do diagnóstico é a experiência do médico e a profundidade
da avaliação.
Na consulta com o Dr. Galiano, o processo inclui:
Anamnese detalhada: história de vida, queixas atuais, desempenho
escolar ou profissional, padrão de sono, histórico familiar
e condições associadas como ansiedade e depressão.
Critérios do DSM-5-TR: avaliação estruturada com base nos
critérios internacionais mais atualizados, que diferenciam
os subtipos de TDAH — predominantemente desatento,
predominantemente hiperativo-impulsivo ou combinado.
Diagnóstico diferencial: o Dr. Galiano diferencia o TDAH
de outras condições que compartilham sintomas semelhantes,
como ansiedade generalizada, transtorno do humor e
distúrbios do sono — evitando diagnósticos equivocados
que levam a tratamentos inadequados.
Orientação sobre próximos passos: ao final da consulta,
você sai com clareza sobre o diagnóstico, as opções de
tratamento disponíveis e o que esperar do acompanhamento.
A avaliação é realizada presencialmente em São José dos Campos
ou por teleconsulta — com a mesma profundidade em ambos
os formatos. A receita, quando indicada, é emitida digitalmente ou enviada pelos correios
com validade em farmácias de todo o Brasil.
A abordagem do Dr. Galiano: diagnóstico preciso,
tratamento sem rótulos
Minha abordagem une a Psicofarmacologia Avançada (especialização pelo NEI, Califórnia) com a Psiquiatria Positiva. O tratamento visa refinar o diagnóstico, e o uso das melhores ferramentas para tratar os sintomas do TDAH :

Ajuste medicamentoso:
Quando a medicação é indicada, o objetivo é usar a menor dose efetiva pelo tempo necessário.
Os medicamentos modernos
para TDAH, quando bem prescritos e acompanhados, não geram
dependência.
A decisão sobre medicar é sempre compartilhada com o paciente e, no caso de crianças, com a família.

Foco em Fortalezas
Baseado na minha atuação em Berkeley (Ciência da Felicidade), trabalhamos para que o paciente utilize sua criatividade e energia a seu favor.
Neurodivergência não é déficit — é uma forma diferente de
funcionamento cerebral.

Suporte à família e à escola:
No caso de crianças e adolescentes, o tratamento vai além do consultório. O Dr. Galiano orienta pais e educadores
sobre adaptações no ambiente escolar, direitos do aluno com TDAH e como criar condições para que o desenvolvimento
aconteça de forma consistente.
Seja atendido de qualquer lugar — sem precisar vir até São José dos Campos
A teleconsulta psiquiátrica é regulamentada pelo CFM e tem
a mesma validade clínica e legal da consulta presencial.
Para pacientes de Jacareí, Taubaté, Caçapava,
Pindamonhangaba e demais cidades da região, a teleconsulta
elimina o deslocamento sem abrir mão da qualidade
do atendimento.
O que funciona por teleconsulta:
— Primeira consulta e avaliação diagnóstica
— Consultas de acompanhamento e ajuste de tratamento
— Emissão de receita digital com validade nacional, ou envio pelos correios
— Orientação a pais de crianças e adolescentes
Para agendar, basta entrar em contato pelo WhatsApp . Você recebe o link da consulta
por Whatsapp ou email com antecedência.

O que muda quando o TDAH é tratado corretamente
Compreender que o TDAH não é uma falha de caráter ou falta de esforço, mas um funcionamento cerebral específico, é o primeiro passo para uma transformação profunda. Ao iniciar um acompanhamento fundamentado em evidências científicas e na Psiquiatria Positiva, o objetivo vai além do simples controle de sintomas.
Buscamos desbloquear o potencial que muitas vezes está escondido sob camadas de frustração e autocobrança, oferecendo ao cérebro o suporte necessário para que a inteligência, criatividade e energia já presentes, possam finalmente se manifestar de forma consistente e produtiva, poiso TDAH não é uma questão relacionada as funcões de planejamento e execução. Ao tratar o TDAH, você não está apenas silenciando o caos, mas construindo as bases para uma vida de maior realização:
-
Autonomia: Retomada do controle sobre a própria rotina.
-
Autoestima: Fim do ciclo de "se sentir incapaz" ou "preguiçoso".
-
Harmonia Familiar: Redução de conflitos e maior compreensão mútua.
-
Performance: Melhora consistente no trabalho ou nos estudos.
Receber o diagnóstico certo não é o fim do processo —
é o começo de uma mudança real. Pacientes que iniciam
acompanhamento adequado relatam, nas semanas e meses
seguintes, transformações concretas que vão além
do controle de sintomas.
Para adultos: retomada do controle sobre a própria rotina,
redução da autocrítica crônica, melhora no desempenho
profissional e nos relacionamentos, e — o que muitos
descrevem como o maior ganho — a sensação de finalmente
entender por que certas coisas sempre foram tão difíceis.
Para crianças e adolescentes: melhora no rendimento escolar,
redução dos conflitos em casa e na escola, aumento da
autoestima e a compreensão — fundamental para a adesão
ao tratamento — de que o cérebro funciona de um jeito
diferente, não de um jeito pior.
Para as famílias: menos culpa, mais estratégia. Quando
os pais entendem o que está acontecendo neurologicamente,
a dinâmica familiar muda. As brigas sobre lição de casa
e organização ganham outro significado — e outro encaminhamento.