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TDAH em Adultos — Avaliação e Diagnóstico em São José dos Campos

Sim, é possível descobrir o TDAH aos 30, 35 ou 40 anos. E esse diagnóstico pode mudar tudo.

 

Você :

  • passou a vida sendo descrito como inteligente, mas que "não atinge o potencial".

  • Começa projetos com entusiasmo genuíno e os abandona antes de terminar.

  • Funciona bem sob pressão extrema — mas só sob pressão extrema.

  • Esquece compromissos, perde prazos, responde mensagens com dias de atraso e depois se pune por isso?
     

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade não é um problema exclusivo de crianças agitadas. Em adultos — especialmente em adultos inteligentes — o TDAH costuma se apresentar de forma completamente diferente: não como hiperatividade visível, mas como uma luta constante e silenciosa para fazer o que precisa ser feito, quando precisa ser feito, mesmo quando você sabe exatamente o que está em jogo.

 

O Dr. Galiano Brazuna, psiquiatra em São José dos Campos com formação pela USP e cursos de extensão no exterior junto a Universidade de Harvard, realiza avaliação diagnóstica e tratamento de TDAH em adultos — com atendimento presencial no Instituto de Psiquiatria e Psicologia Positiva em SJC e por teleconsulta para pacientes do Vale do Paraíba e outras regiões do Brasil.

Durante anos, você atribuiu isso a traços de personalidade, falta de disciplina ou simplesmente ao jeito que você é.

Pode não ser nada disso.

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Por que o TDAH em adultos passa tanto tempo sem diagnóstico

Há uma razão pela qual tantos adultos chegam ao consultório com 30, 40 ou até 50 anos carregando um diagnóstico que nunca receberam: o TDAH em adultos raramente se parece com o TDAH que aparece nos filmes.

 

A criança hiperativa que não para na cadeira é fácil de identificar. O adulto que parece calmo por fora mas tem uma tempestade de pensamentos acontecendo simultaneamente dentro da cabeça é muito mais difícil de reconhecer — inclusive para si mesmo.

 

Além disso, pessoas inteligentes desenvolvem ao longo da vida estratégias de compensação sofisticadas. Criam sistemas de alarmes, listas e rituais que funcionam bem o suficiente para disfarçar o problema — até que alguma mudança de vida derruba esses mecanismos todos de uma vez. Uma promoção que aumenta a complexidade das demandas. Um filho recém-nascido que destrói a rotina noturna onde você era mais produtivo. O trabalho remoto que eliminou a estrutura externa do escritório que você usava como andaime sem perceber.

 

Quando isso acontece, pela primeira vez na vida a pessoa não está conseguindo entregar — e não entende por quê, porque sempre entregou antes.

 

Segundo o DSM-5, o manual diagnóstico utilizado internacionalmente, o TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento que persiste na vida adulta em aproximadamente 60% dos casos diagnosticados na infância — e uma parcela significativa nunca foi diagnosticada na infância justamente porque os sintomas eram menos visíveis ou foram compensados pelo ambiente escolar e familiar. Estudos publicados no American Journal of Psychiatry estimam que cerca de 4,4% dos adultos preenchem critérios diagnósticos para TDAH, a maioria sem diagnóstico formal.

Diagnóstico tardio não é falha sua. É uma consequência de como o transtorno se apresenta em pessoas que desenvolveram recursos cognitivos para contorná-lo.

Sinais comuns de TDAH em adultos

Nem todo adulto com TDAH se reconhece na imagem da criança agitada que não para quieta. A apresentação em adultos é frequentemente mais sutil — e mais devastadora, porque fica anos sem nome.

 

Os sinais mais comuns incluem:

 

  • Procrastinação crônica, inclusive de tarefas que a própria pessoa quer realizar — não é falta de vontade, é dificuldade neurológica de iniciar.

 

  • Dificuldade em gerenciar tempo, prazos e compromissos de forma consistente, mesmo com agendas, alarmes e sistemas de organização.

 

  • Hiperfoco em atividades de interesse — capacidade de se concentrar por horas em algo que desperta engajamento — e travamento completo nas demais.

 

  • Sensação de ter dez abas abertas na cabeça simultaneamente, dificuldade em desacelerar o pensamento, mente que não para mesmo quando o corpo está parado.

 

  • Impulsividade em decisões financeiras, profissionais ou nos relacionamentos — agir antes de pensar, dizer o que não deveria, mudar de direção abruptamente.

 

  • Dificuldade em regular emoções — frustração que escala rápido, sensibilidade aumentada a críticas, oscilações de humor que parecem desproporcionais à situação.

  • Sensação constante de estar operando abaixo do potencial, de que existe uma versão melhor de si mesmo que nunca consegue se manifestar de forma consistente.

  • Histórico de projetos abandonados, empregos trocados com frequência, relacionamentos impactados pela desorganização ou pela impulsividade.

É importante destacar que nenhum desses sinais isoladamente confirma o diagnóstico. O TDAH é identificado por um padrão persistente de sintomas que aparece em múltiplos contextos da vida — trabalho, relacionamentos, finanças, rotina doméstica — e que causa impacto funcional real. A avaliação médica é o único caminho para diferenciar o TDAH de outras condições que compartilham sintomas semelhantes.

Como é feita a avaliação de TDAH em adultos

 

O diagnóstico de TDAH é clínico. Não existe exame de sangue, eletroencefalograma ou ressonância que confirme o transtorno — exames servem para descartar outras causas. O que define a precisão do diagnóstico é a profundidade da entrevista clínica e a reconstrução cuidadosa da sua história, desde a infância até hoje.

Por que avaliar um adulto é mais difícil do que avaliar uma criança.

O TDAH começa na infância por definição. Os critérios diagnósticos exigem que os sinais já existissem antes dos 12 anos — e é aí que mora a dificuldade: eu preciso reconstruir com você algo que aconteceu há vinte, trinta ou quarenta anos, muitas vezes com uma memória que o próprio transtorno atrapalhou a registrar.

É por isso que uma avaliação bem-feita não se resolve em vinte minutos, e por que eu peço material de apoio. Boletins escolares antigos, cadernetas, relatórios de professores. E, quando possível, o relato de alguém que conviveu com você quando criança — mãe, pai, um irmão mais velho. A memória de terceiros costuma acrescentar exatamente aquilo que você não consegue ver de dentro.

A abordagem do Dr. Galiano no tratamento do TDAH em adultos

 

O tratamento do TDAH em adultos não começa com a prescrição de um remédio. Começa com a compreensão do que está acontecendo — e com a construção de um plano que respeita a história, os objetivos e as preferências de cada paciente.

 

A abordagem do Dr. Galiano une Psicofarmacologia Avançada — com especialização pelo NEI, Califórnia, e experiência no Hospital das Clínicas da USP — com os princípios da Psiquiatria Positiva, desenvolvidos a partir de sua atuação em Berkeley. Isso significa que o tratamento não se limita a reduzir sintomas. O objetivo é ajudar o paciente a entender como seu cérebro funciona e usar isso a seu favor.

 

Quando a medicação é indicada, o objetivo é usar a menor dose efetiva pelo tempo necessário. Os medicamentos modernos para TDAH, quando bem prescritos e acompanhados, não geram dependência. A decisão sobre medicar é sempre compartilhada — nunca imposta. O papel do Dr. Galiano é apresentar as opções com clareza, explicar o que a evidência científica diz sobre cada uma delas e respeitar a autonomia de quem vai decidir.

 

Neurodivergência não é déficit. É uma forma diferente de funcionamento cerebral — e quando compreendida e tratada corretamente, o que antes parecia um obstáculo pode se tornar uma vantagem real.

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Ajuste medicamentoso:

Quando a medicação é indicada, o objetivo é usar a menor dose efetiva pelo tempo necessário.

Os medicamentos modernos

para TDAH, quando bem prescritos e acompanhados, não geram

dependência.

A decisão sobre medicar é sempre compartilhada com o paciente e, no caso de crianças, com a família.

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Foco em Fortalezas

Baseado na minha atuação em Berkeley (Ciência da Felicidade), trabalhamos para que o paciente utilize sua criatividade e energia a seu favor. 
 

Neurodivergência não é déficit — é uma forma diferente de

funcionamento cerebral.

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 Suporte à família e à escola:

No caso de crianças e adolescentes, o tratamento vai além do consultório. O Dr. Galiano orienta pais e educadores

sobre adaptações no ambiente escolar, direitos do aluno com TDAH e como criar condições para que o desenvolvimento

aconteça de forma consistente.

Seja atendido de qualquer lugar — sem precisar vir até São José dos Campos

 

A teleconsulta psiquiátrica é regulamentada pelo CFM e tem a mesma validade clínica e legal da consulta presencial.

Para pacientes de Jacareí, Taubaté, Caçapava, Pindamonhangaba e demais cidades da região, a teleconsulta

elimina o deslocamento sem abrir mão da qualidade do atendimento.

 

O que funciona por teleconsulta:

— Primeira consulta e avaliação diagnóstica

— Consultas de acompanhamento e ajuste de tratamento

— Emissão de receita digital com validade nacional, ou envio pelos correios

— Orientação a pais de crianças e adolescentes

 

Para agendar, basta entrar em contato pelo WhatsApp . Você recebe o link da consulta

por Whatsapp ou email com antecedência.

foto Psiquiatra Dr. Galiano especialista em tdah de adultos e crianças

O que muda quando o TDAH é tratado corretamente

Pacientes que iniciam acompanhamento adequado relatam, nas semanas e meses seguintes, transformações concretas que vão além do controle de sintomas.

 

A procrastinação que paralisava começa a ceder — não porque a pessoa ficou mais disciplinada, mas porque o cérebro passou a ter acesso às ferramentas executivas que sempre estiveram lá, bloqueadas.

 

A autocrítica crônica diminui. Quando você entende que não terminar as coisas não é preguiça, que não conseguir começar não é falta de vontade, que a desorganização não é defeito de caráter — a relação com você mesmo muda. E essa mudança tem impacto direto na autoestima, nos relacionamentos e na forma como você se apresenta no trabalho.

O desempenho profissional melhora de forma consistente. Não em todos os dias — o TDAH não desaparece com o tratamento — mas o padrão muda. A capacidade de entregar o que antes ficava só na intenção começa a se manifestar com regularidade.

Os relacionamentos ganham outro tom. Muitos adultos com TDAH não diagnosticado carregam anos de conflitos causados pela impulsividade, pelo esquecimento, pela dificuldade de regular emoções. Quando o quadro é identificado e tratado, essas dinâmicas podem ser revisitadas com um olhar diferente — pela pessoa com TDAH e pelas pessoas ao redor dela.

E o ganho que muitos pacientes descrevem como o maior de todos: a sensação de finalmente entender por que certas coisas sempre foram tão difíceis. Não porque eram fracos. Não porque não se esforçavam o suficiente. Mas porque o cérebro deles precisava de um suporte específico que ninguém havia oferecido antes.

Dúvidas Frequentes sobre o TDAH

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